Ricardo Barreto & Venilton Menegoy

quinta-feira, 26 de março de 2009

TEMPLOS DA VIRTUDE

TEMPLOS DA VIRTUDE

Os templos sempre foram construídos segundo uma estrutura determinada e com a propósito de serem consagrados e dedicados às forças superiores, consideradas criadoras do Universo. Em Roma, eram lugares descobertos e elevados consagrados pelos áugures (sacerdotes vaticinadores) às ações memoráveis e aos veneráveis princípios espirituais. Esta sempre foi a idéia de SAGRADO, um lugar solene e respeitável.
Os templos são o reflexo da habitação divina sobre a terra, o local da Presença Inefável, resumo do macrocosmo e imagem espelhada do microcosmo.
As concepções mais remotas de templo se encontram no Egito. Mesmo em ruínas, pode-se perceber o respeito que aquela adiantada civilização dedicava aos Mistérios Iniciáticos e religiões locais. Muitos deles, devido a vários fatores, foram desmontados pela moderna técnica de engenharia e reconstruídos noutros locais. É o caso do Templo de Philae dedicado a deusa Ísis. Ostenta dois pilonos no pórtico (análogos às duas colunas simbólicas) referindo-se às deidades do mito de Ísis e Osíris.
Outro templo importante do Egito é o de Luxor, construído por Amenhotep III. Logo na entrada há uma enorme coluna e um obelisco. No interior, pátios cercados por fileiras de colunas.
Reparem na semelhança dessas construções com o moderno Templo Maçônico.
O Templo de Karnak, cujo recinto sagrado ocupa trinta hectares, possui vários santuários com a Sala Hipostila, composta por 134 colunas gigantes.
A tradição egípcia de considerarem os templos como A CASA DE DEUS, passou para os hebreus através dos ritos iniciáticos.
Primeiro, houve o Tabernáculo construído por Moisés no deserto.
Depois, o Templo de Jerusalém, onde se realizavam as oferendas e sacrifícios (korbanot). Situava-se no Monte Moriah ao Norte do Monte Sião.
De acordo com a tradição, o Templo de Jerusalém começou a ser construído no terceiro ano do reinado de Salomão. Foi concluído sete anos depois. Em 587 A.C. foi destruído e incendiado por Nabucodonosor II. Mas os judeus o reconstruíram, no mesmo local, durante a dominação persa.
Todavia, foi Herodes, o Grande - que não era judeu e sim árabe - que terminou toda a obra cuja imponência é relatada nos Evangelhos Cristãos.
Mas, no ano 70 de nossa era, aquele Templo suntuoso foi destruído pelas legiões do general romano Tito. A tradição diz que do Templo de Jerusalém restam, atualmente, apenas as ruínas que formam o grande paredão conhecido como Muro das Lamentações.
Os antigos templos eram, além de locais iniciáticos, pontos de referência da unidade "nacional". Destruir o templo significava enfraquecer um povo.
Os templos gregos tiveram origem no “mégaron”, espaços dos palácios de Micenas, um dos maiores centros da civilização grega e potência militar.
Eram compostos de um “pronaos” ou antecâmara que antecedia o “naos” (nave principal) e que mais tarde se transformou no “nártex”.
A naos propriamente dita - nave ou “cella” - era um quadrilongo com paredes sem janelas. Ali eram colocadas as estátuas das divindades organizadas em três alas divididas por colunas. Hoje, alguns templos maçônicos ostentam essas três divindades nas figuras de Hércules (força), Palas Atenas (sabedoria) e Vênus (beleza).
Havia também o “aditon” ou “aditus” (entrada sagrada) só acessível aos grandes oficiais para a dedicação de oferendas e outros trabalhos reservados ao Círculo Interno.
Por último, havia o “opistódomo”, câmara mais interna onde se encontrava o Mais Alto Segredo. Os cristãos chamam este local de Sanctus Sanctorum, local da "Arca da Aliança".
Os templos atuais são simbólicos. Não representam uma “verdade histórica”, mas princípios velados por alegorias. Nossa Ordem não ensina a arte de trabalhar pedras no sentido literal, mas prepara líderes para comandarem a transformação social e moral da sociedade. Noutras palavras: o objeto primeiro é a construção do “corpo imortal”, a partir de um “corpo em ruínas”. É a lição que herdamos da mitologia egípcia pela morte e ressurreição de Osíris.
O primeiro passo para a revitalização da Maçonaria consiste na recuperação do caráter SAGRADO de nossos Templos. Esses espaços e o trabalho que neles se desenvolvem são dedicados à honra e glória de Deus, o G.’.A.’.D.’.U.’.
PELA POSTURA, PENSAMENTOS, CONDUTA E PALAVREADO USADOS NO INTERIOR DE UM TEMPLO MAÇÔNICO, PODE-SE DEDUZIR O NÍVEL EVOLUTIVO DE SEUS OBREIROS E QUAL A FORÇA ESPIRITUAL DA OFICINA.
O mundo profano é separado de nossos Templos pela Sala dos Pp.'.Pp.'. onde cada Maçom deve deixar suas ambições, disputas políticas e religiosas, sua vaidade e outros assuntos vulgares. A entrada, permanência e saída do Templo é obrigatoriamente solene, austera e sagrada. Toda palavra vã, pilhérias e gracejos proferidos em seu interior constituem um ultraje à dignidade da Ordem e ao sentimento dos verdadeiros Maçons.
Estejamos atentos para a fascinação, o terror e o aniquilamento que podem causar as faltas e as blasfêmias cometidas diante da Face Invisível do Mestre da Evolução.
Muitas vezes não conseguimos entender o porquê de certas coisas acontecerem a um Obreiro ou à Oficina como um todo...
Reunimo-nos nesses recintos Sagrados "em Nome e à Glória do Grande Arquiteto do Universo"; os que não acreditam nessa transcendência prosseguem com seus pensamentos, palavras e gestos vulgares; mas, há uma Lei de Causa e Efeito; mais cedo ou mais tarde toda a Oficina terá de arcar com as consequências.
José Maurício Guimarães


Fonte: e-mail do autor, Ir.: José Maurício Guimarães

quarta-feira, 25 de março de 2009

Visita ao Ir.: Charlles - Hospital de Clínicas Dr Aloan Ltda

Representando a ARFGBLM VIGILÂNCIA Nº 1, hoje (25.03.2009), acompanhamos o V.: M.: Élvio Rodrigues, em visita ao Ir.: Charlles Peixoto da Costa, que se recupera, no Hospital de Clínicas Dr. Aloan, de cirurgia para redução do estomago:


Ir.: Charlles

Ir.: Charlles e seu Papai

Ir.: Charlles e sua Mamãe

Ir.: Charlles e Ir.: Élvio

Ir.: Charlles e Ir.: José Fernando

Ir.: Élvio e Ir.: Charlles

Ir.: Charlles, caminhando no corredor do hospital


TFA,

José Fernando Coelho Val Quintans
Chancelaria


sábado, 21 de março de 2009

VERDADE VELADA E REVELADA

O presente artigo representa o ponto de vista do autor e não a palavra oficial de qualquer Loja, Conselho, Potência ou Obediência Maçônica. Seu objetivo é estimular o estudo da Arte Real, o repeito às Instituições Iniciáticas e o amor à Verdade.
VERDADE VELADA E REVELADA

Simbolismo é a interpretação de alguma coisa por meio de símbolos. Assim, quando dizemos SIMBOLISMO DO TEMPLO estamos nos referindo ao significado simbólico do Templo como um todo: no plano físico, no psicológico, no intelectual e no espiritual.

Símbolo, entretanto, é uma representação visível de algo que não se pode ver ou de que ainda não se tem conhecimento. Por exemplo: se adotamos uma forma geométrica ou letra para "simbolizar" o Ente Supremo, é porque não temos o conhecimento da natureza íntima desse Ser Superior, nem podemos alcançá-lo com nossos sentidos.

Por isso ninguém pode “ensinar” ou “decifrar” o conteúdo final de um símbolo para outra pessoa.

Simbologia já é algo diferente: é o estudo dos símbolos. Palestras e livros sobre símbolos tratam de simbologia e não de interpretar símbolos. A diferença é sutil, por isso muitos se aventuram em "explicar" o Triângulo Sagrado e a letra hebraica Iod.

O verdadeiro segredo da Maçonaria consiste no efeito que a abstração exercida diante do símbolo causa sobre cada maçom em particular. Por isso se costuma dizer que Maçonaria “é um sistema de Moral, velado por alegorias e ilustrado por símbolos”.

VELADO POR SÍMBOLOS significa que o segredo está oculto, disfarçado ou dissimulado pela representação visível. Sendo um sistema de Moral, poderia ser expresso abertamente sem a necessidade de ocultá-lo sob uma figura, uma lenda ou alegoria. Mas, num sistema de Moral velado por símbolos uma estrela não é mais 'estrela'; uma espada não é simplesmente uma 'espada' e uma letra não é um 'nome'. É justamente nesse ponto que o sistema iniciático difere das religiões e do estudo acadêmico. Podemos decorar as 996 páginas do Dicionário de Símbolos de J.Chevalier & A.Gheerbrant e permanecermos leigos sobre os Mistérios Iniciáticos.

Cabe a cada maçom INVESTIGAR, em seu íntimo, aquilo que, na construção física da Loja, está coberto com o véu da forma - o "Véu de Isis".

Não há escolas nem professores dessa matéria além do senso de reflexão pessoal e da viagem solitária aos espaços interiores. Através da meditação (interiorização e análise íntimas) um compasso revelará uma realidade diferente e um significado extraordinário, ou seja, o “sentido-compasso” interior, particular e pessoal. Nisso reside o segredo de cada objeto e ornamentação do Templo Maçônico. Um segredo intransferível ou esotérico.

Temos também o sinal ou signo que é uma seqüência de atos de comunicação codificando uma mensagem. As Ordens Iniciáticas usam sinais com finalidades práticas e precisas, podendo ser explicados e decodificados. Mesmo assim, a maioria dos sinais possui uma base essencialmente simbólica que não pode ser comunicada em palavras.

Todos os sistemas iniciáticos empregam também as alegorias, representações mais diretas porque tranportam uma lição explícita, porém ligeiramente diferente do conteúdo literal. A absorção de uma alegoria depende do estágio evolutivo de cada pessoa.

As lendas são outro recurso da didática maçônica. São narrativas imaginárias combinadas com fatos reais e históricos. Chegaram até nossos dias através da tradição oral. Devem ser abordadas pelo mesmo prisma dos símbolos, pois aparecem em diversos estágios, mais para ocultar do que para revelar abertamente alguma coisa.

Os livros "sobre Maçonaria" são feitos de palavras e ficam presos no plano físico ou tangenciam apenas o lado intelectual; mas são impotentes para transmitir os aspectos psicológico e espiritual que dependem da EXPERIÊNCIA.

Quem não se esforça para compreender esse sistema permanece no lado externo e social da Ordem, rindo das lendas e procurando desacreditá-las. Contudo, no momento em que essas lendas e símbolos “desabrocharem” em suas mentes e corações, acontecerá uma mudança radical em suas vidas: terão sido finalmente INICIADOS no Círculo Interno.

José Maurício Guimarães
.:.

Fonte: enviado por e-mail pelo autor: Ir.: José Maurício Guimarães

sexta-feira, 20 de março de 2009

140 ANOS DA ARFGBLM VIGILÂNCIA Nº 1 - Por Ir.: Fernando Paiva

140 ANOS DA ARFGBLM VIGILÂNCIA Nº 1

O V.M. Elvio Rodrigues Almeida Filho resolveu presentear a família da Loja Vigilância n°1 com uma noite Árabe e foi excelente, muito bom, compareceram as famílias no excelente salão refrigerado da loja e curtimos uma excelente noite com direito a Show de qualidade com até dança do ventre. As fotos falam por si;



Mesa com o Irmão Campelo G.Orador da GLMERJ, o V.M. Elvio, nós e o Irmão Reinaldo

Fomos homenageados com o “boton” de comemoração do evento 140 anos.

Retribuímos homenageando o V.M. Elvio


Ir. Carlos Alberto foi o próximo


Ir.: Marcos Reis, Ir.: Élvio, Ir.: Fernando Paiva, Ir.: Reinaldo


As Famílias:




Rolou Música anos 70


Tivemos dança do ventre


Tinha até aquela fumacinha para os que apreciam o cachimbo árabe


A festa rolou até altas horas e a família Maçônica da Loja Vigilância N° 1 se divertiu.


PARABÉNS MANOS DA ARFBGBL MAÇÔNICA VIGILÂNCIA N°1

T.'.F.'.A.'.

Fernando Paiva

Maçom

quinta-feira, 19 de março de 2009

"Agradeço aos IIr.: pelas manifestações de carinho e amizade". José Fernando Coelho Val Quintans

Agradeço aos IIr.: pelas manifestações de carinho e amizade.
Hoje, tive a felicidade de almoçar com a Mamãe e meus Irmãos:




Muito Obrigado,

Ir.: José Fernando Coelho Val Quintans

quarta-feira, 18 de março de 2009

Calendário e temas das próximas reuniões - Loja de Pesquisa Quatuor Coronati - "Pedro Campos de Miranda"



Calendário e temas das próximas reuniões

4 de abril, sábado, às 10:00 horas - REUNIÃO ADMINISTRATIVA, quarta-feira: “O RITO DE YORKIr.’.Arcanjo Luiz Nunes, com a participação da ARLS Fraternidade e Justiça 32.

11 de maio, segunda-feira: “MOVIMENTOS DA TERRA – ALINHAMENTO GALÁTICO” - Ir.'.Antonio Jesus Caldeira de Mello.


8 de junho, segunda-feira: “ORDEM DE MOLAY, ONTEM, HOJE E AMANHÔ – Ir.’.Rodrigo Otávio dos Anjos.


8 de julho, quarta-feira – style="color:blue;">FILME : “Os Mistérios da Maçonaria”; exibição e debate.


11 de agosto, terça-feira: “REFLEXÕES SOBRE A INICIAÇÃO” – Ir.’. Geraldo Gomes Mendes.

11 de setembro, sexta-feira – (a programar)

8 de outubro, quinta-feira: “MAÇONARIA OCULTA” – Ir.’. José Ferreira da Silva Filho.

11 de novembro, quarta-feira – COMEMORAÇÃO DO 2º ANIVERSÁRIO DA LOJA

11 de dezembro, sexta-feira – (a programar).

Fonte: e-mail do Ir.: José Maurício Guimarães

terça-feira, 17 de março de 2009

Mensagem Histórica da Loja Maçônica Vigilância 1, sobre o então Centenário da Cidade de Niterói, ocorrido em 11 de Agosto de 1919:

A pedido do nosso V.: M.: Élvio Rodrigues de Almeida Filho, publicamos, mensagem Histórica da Loja Maçônica Vigilância nº 1, sobre o então Centenário da Cidade de Niterói, ocorrido em 11 de Agosto de 1919:

Cilck na imagem para ampliá-la:

Fraternalmente,

José Fernando Coelho Val Quintans
Chanceler
ARFGBLM VIGILÂNCIA Nº 1

domingo, 15 de março de 2009

Evento Maçônico no Rio Grande do Sul

Queridos Irmãos, SFU!!
Vamos nos agendando para tão grande evento!!!
Se o GADU deixar, estarei lá para ser testemunha da história.
Sempre em P.´. e á O.´. a qualquer hora e em qualquer lugar!!
TFA - Cristiano Siqueira - MM - Passo Fundo - RS
ARLS Oswald Wirth nº 183 - GLMERGS
Loja Francisco Xavier Ferreira de Pesquisas - GORGS
Facção Planalto Médio - RS - MCBDA




Fonte: e-mail do Ir.: João Clemente D.R. Barros

sexta-feira, 13 de março de 2009

"Os Sufis"

"Os Sufis"

Os sufis são uma antiga maçonaria espiritual cujas origens nunca foram traçadas nem datadas; nem eles mesmos se interessam muito por esse tipo de pesquisa, contentando- se em mostrar a ocorrência da sua maneira de pensar em diferentes regiões e períodos.
Conquanto sejam, de ordinário, erroneamente tomados por uma seita muçulmana, os sufis sentem-se à vontade em todas as religiões: exatamente como os "pedreiros-livres e aceitos", abrem diante de si, em sua loja, qualquer livro sagrado - seja a Bíblia, seja o Corão, seja a Torá - aceito pelo Estado temporal. Se chamam ao islamismo a "casca" do sufismo, é porque o sufismo, para eles, constitui o ensino secreto dentro de todas as religiões.
Não obstante, segundo Ali el-Hujwiri, escritor sufista primitivo e autorizado, o próprio profeta Maomé disse: "Aquele que ouve a voz do povo sufista e não diz
aamin (amém) é lembrado na presença de Deus como um dos insensatos". Numerosas outras tradições o associam aos sufis, e foi em estilo sufista que ele ordenou a seus seguidores que respeitassem todos os "Povos do Livro", referindo-se dessa maneira aos povos que respeitavam as próprias escrituras sagradas - expressão usada mais tarde para incluir os zoroastrianos.
Tampouco são os sufis uma seita, visto que não acatam nenhum dogma religioso, por mais insignificante que seja, nem se utilizam de nenhum local regular de culto. Não têm nenhuma cidade sagrada, nenhuma organização monástica, nenhum instrumento religioso. Não gostam sequer que lhes atribuam alguma designação genérica que possa constrangê-los à conformidade doutrinária. "Sufi" não passa de um apelido, como "quacre", que eles aceitam com bom humor. Referem-se a si mesmos como "nós amigos" ou "gente como nós", e reconhecem-se uns aos outros por certos talentos, hábitos ou qualidades de pensamento naturais. As escolas sufistas reuniram-se, com efeito, à volta de professores particulares, mas não há graduação, e elas existem apenas para a conveniência dos que trabalham com a intenção de aprimorar os estudos pela estreita associação com outros sufis. A assinatura sufista característica encontra-se numa literatura amplamente dispersa desde, pelo menos, o segundo milênio antes de Cristo, e se bem o impacto óbvio dos sufis sobre a civilização tenha ocorrido entre o oitavo e o décimo oitavo séculos, eles continuam ativos como sempre. O seu número chega a uns cinqüenta milhões.
O que os torna um objeto tão difícil de discussão é que o seu reconhecimento mútuo não pode ser explicado em termos morais ou psicológicos comuns - quem quer que o compreenda é um sufi. Posto que se possa aguçar a percepção dessa qualidade secreta ou desse instinto pelo íntimo contato com sufis experientes, não existem graus hierárquicos entre eles, mas apenas o reconhecimento geral, tácito, da maior ou menor capacidade de um colega.
O sufismo adquiriu um sabor oriental por ter sido por tanto tempo protegido pelo islamismo, mas o sufi natural pode ser tão comum no Ocidente como no Oriente, e apresentar-se vestido de general, camponês, comerciante, advogado, mestre-escola, dona-de-casa, ou qualquer outra coisa. "Estar no mundo mas não ser dele", livre da ambição, da cobiça, do orgulho intelectual, da cega obediência ao costume ou do respeitoso temor às pessoas de posição mais elevada - tal é o ideal do sufi. Os sufis respeitam os rituais da religião na medida em que estes concorrem para a harmonia social, mas ampliam a base doutrinária da religião onde quer que seja possível e definem-lhe os mitos num sentido mais elevado - por exemplo, explicando os anjos como representações das faculdades superiores do homem. Oferecem ao devoto um "jardim secreto" para o cultivo da sua compreensão, mas nunca exigem dele que se torne monge, monja ou eremita, como acontece com os místicos mais convencionais; e mais tarde, afirmam-se iluminados pela experiência real - "quem prova, sabe" - e não pela discussão filosófica. A mais antiga teoria de evolução consciente que se conhece é de origem sufista, mas embora muito citada por darwinianos na grande controvérsia do século XIX, aplica-se mais ao indivíduo do que à raça.
O lento progresso da criança até alcançar a virilidade ou a feminilidade figura apenas como fase do desenvolvimento de poderes mais espetaculares, cuja força dinâmica é o amor, e não o ascetismo nem o intelecto.
A iluminação chega com o amor - o amor no sentido poético da perfeita devoção a uma musa que, sejam quais forem as crueldades aparentes que possa cometer, ou por mais aparentemente irracional que seja o seu comportamento, sabe o que está fazendo. Raramente recompensa o poeta com sinais expressos do seu favor, mas confirma-lhe a devoção pelo seu efeito revivificante sobre ele. Assim, Ibn El-Arabi (1165-1240), um árabe espanhol de Múrcia, que os sufis denominam o seu poeta maior, escreveu no Tarju-man el-Ashwaq (o intérprete dos desejos): "Se me inclino diante dela como é do meu dever E se ela nunca retribui a minha saudação Terei, acaso, um justo motivo de queixa? A mulher formosa a nada é obrigada" Esse tema de amor foi, posteriormente, usado num culto extático da Virgem Maria, a qual, até o tempo das Cruzadas, ocupara uma posição sem importância na religião cristã. A maior veneração que ela recebe hoje vem precisamente das regiões da Europa que caíram de maneira mais acentuada sob a influência sufista. Diz de si mesmo, Ibn El-Arabi: "Sigo a religião do Amor.
Ora, às vezes, me chamam
Pastor de gazelas [divina sabedoria]
Ora monge cristão,
Ora sábio persa.
Minha amada são três -
Três, e no entanto, apenas uma;
Muitas coisas, que parecem três,
Não são mais do que uma.
Não lhe dêem nome algum,
Como se tentassem limitar alguém
A cuja vista
Toda limitação se confunde" Os poetas foram os principais divulgadores do pensamento sufista, ganharam a mesma reverência concedida aos ollamhs, ou poetas maiores, da primitiva Irlanda medieval, e usavam uma linguagem secreta semelhante, metafórica, constituída de criptogramas verbais.
Escreve Nizami, o sufi persa: "
Sob a linguagem do poeta jaz a chave do tesouro". Essa linguagem era ao mesmo tempo uma proteção contra a vulgarização ou a institucionalizaçã o de um hábito de pensar apropriado apenas aos que o compreendiam, e contra acusações de heresia ou desobediência civil. Ibn El-Arabi, chamado às barras de um tribunal islâmico de inquisição em Alepo, para defender-se da acusação de não-conformismo, alegou que os seus poemas eram metafóricos, e sua mensagem básica consistia no aprimoramento do homem através do amor a Deus. Como precedente, indicava a incorporação, nas Escrituras judaicas, do Cântico erótico de Salomão, oficialmente interpretado pelos sábios fariseus como metáfora do amor de Deus a Israel, e pelas autoridades católicas como metáfora do amor de Deus à Igreja. Em sua forma mais avançada, a linguagem secreta emprega raízes consonantais semíticas para ocultar e revelar certos significados; e os estudiosos ocidentais parecem não ter se dado conta de que até o conteúdo do popular "As mil e uma noites" é sufista, e que o seu título árabe, Alf layla wa layla, é uma frase codificada que lhe indica o conteúdo e a intenção principais: "Mãe de Lembranças".
Todavia, o que parece, à primeira vista, o ocultismo oriental é um antigo e familiar hábito de pensamento ocidental. A maioria dos escolares ingleses e franceses começam as lições de história com uma ilustração de seus antepassados druídicos arrancando o visco de um carvalho sagrado. Embora César tenha creditado aos druidas mistérios ancestrais e uma linguagem secreta - o arrancamento do visco parece uma cerimônia tão simples, já que o visco é também usado nas decorações de Natal -, que poucos leitores se detêm para pensar no que significa tudo aquilo.
O ponto de vista atual, de que os druidas estavam, virtualmente, emasculando o carvalho, não tem sentido.
Ora, todas as outras árvores, plantas e ervas sagradas têm propriedades peculiares. A madeira do amieiro é impermeável à água, e suas folhas fornecem um corante vermelho; a bétula é o hospedeiro de cogumelos alucinógenos; o carvalho e o freixo atraem o relâmpago para um fogo sagrado; a raiz da mandrágora é antiespasmódica. A dedaleira fornece digitalina, que acelera os batimentos cardíacos; as papoulas são opiatos; a hera tem folhas tóxicas, e suas flores fornecem às abelhas o derradeiro mel do ano. Mas os frutos do visco, amplamente conhecidos pela sabedoria popular como "panacéia", não têm propriedades medicinais, conquanto sejam vorazmente comidos pelos pombos selvagens e outros pássaros não-migrantes no inverno. As folhas são igualmente destituídas de valor; e a madeira, se bem que resistente, é pouco utilizada. Por que, então, o visco foi escolhido como a mais sagrada e curativa das plantas? A única resposta talvez seja a de que os druidas o usavam como emblema do seu modo peculiar de pensamento. Essa árvore não é uma árvore, mas se agarra igualmente a um carvalho, a uma macieira, a uma faia e até a um pinheiro, enverdece, alimenta-se dos ramos mais altos quando o resto da floresta parece adormecido, e a seu fruto se atribui o poder de curar todos os males espirituais. Amarrados à verga de uma porta, os ramos do visco são um convite a beijos súbitos e surpreendentes.
O simbolismo será exato se pudermos equiparar o pensamento druídico ao pensamento sufista, que não é plantado como árvore, como se plantam as religiões, mas se auto-enxerta numa árvore já existente; permanece verde, embora a própria árvore esteja adormecida, tal como as religiões são mortas pelo formalismo; e a principal força motora do seu crescimento é o amor, não a paixão animal comum nem a afeição doméstica, mas um súbito e surpreendente reconhecimento do amor, tão raro e tão alto que do coração parecem brotar asas. Por estranho que pareça, a Sarça Ardente em que Deus apareceu a Moisés no deserto, supõem agora os estudiosos da Bíblia, era uma acácia glorificada pelas folhas vermelhas de um
locanthus, o equivalente oriental do visco. Talvez seja mais importante o fato de que toda a arte e a arquitetura islâmicas mais nobres são sufistas, e que a cura, sobretudo dos distúrbios psicossomáticos, é diariamente praticada pelos sufis hoje em dia como um dever natural de amor, conquanto só o façam depois de haverem estudado, pelo menos, doze anos. Os ollamhs, também curadores, estudavam doze anos em suas escolas das florestas. O médico sufista não pode aceitar nenhum pagamento mais valioso do que um punhado de cevada, nem impor sua própria vontade ao paciente, como faz a maioria dos psiquiatras modernos; mas, tendo-o submetido a uma hipnose profunda, ele o induz a diagnosticar o próprio mal e prescrever o tratamento. Em seguida, recomenda o que se há de fazer para impedir uma recorrência dos sintomas, visto que o pedido de cura há de provir diretamente do paciente e não da família nem dos que lhe querem bem. Depois de conquistadas pelos sarracenos, a partir do século VIII d.C, a Espanha e a Sicília tornaram-se centros de civilização muçulmana renomados pela austeridade religiosa. Os letrados do norte, que acudiram a eles com a intenção de comprar obras árabes a fim de traduzi-las para o latim, não se interessavam, contudo, pela doutrina islâmica ortodoxa, mas apenas pela literatura sufista e por tratados científicos ocasionais. A origem dos cantos dos trovadores - a palavra não se relaciona com trobar, (encontrar), mas representa a raiz árabe TRB, que significa "tocador de alaúde" - é agora autorizadamente considerada sarracena. Apesar disso, o professor Guillaume assinala em "O legado do Islã" que a poesia, os romances, a música e a dança, todos especialidades sufistas, não eram mais bem recebidas pelas autoridades ortodoxas do Islã do que pelos bispos cristãos. Árabes, na verdade, embora fossem um veículo não só da religião muçulmana mas também do pensamento sufista, permaneceram independentes de ambos. Em 1229 a ilha de Maiorca foi capturada pelo rei Jaime de Aragão aos sarracenos, que a haviam dominado por cinco séculos. Depois disso, ele escolheu por emblema um morcego, que ainda encima as armas de Palma, a nossa capital. Esse morcego emblemático me deixou perplexo por muito tempo, e a tradição local de que representa "vigilância" não me pareceu uma explicação suficiente, porque o morcego, no uso cristão, é uma criatura aziaga, associada à bruxaria. Lembrei-me, porém, de que Jaime I tomou Palma de assalto com a ajuda dos Templários e de dois ou três nobres mouros dissidentes, que viviam alhures na ilha; de que os Templários haviam educado Jaime em le bon saber, ou sabedoria; e de que, durante as Cruzadas, os Templários foram acusados de colaboração com os sufis sarracenos. Ocorreu-me, portanto, que "morcego" poderia ter outro significado em árabe, e ser um lembrete para os aliados mouros locais de Jaime, presumivelmente sufis, de que o rei lhes estudara as doutrinas. Escrevi para Idries Shah Sayed, que me respondeu: "A palavra árabe que designa o morcego é KHuFFaasH, proveniente da raiz KH-F-SH. Uma segunda acepção dessa raiz é derrubar, arruinar, calcar aos pés, provavelmente porque os morcegos freqüentam prédios em ruínas. O emblema de Jaime, desse modo, era um simples rébus que o proclamava "o Conquistador", pois ele, na Espanha, era conhecido como "El rey Jaime, Rei Conquistador". Mas essa não é a história toda. Na literatura sufista, sobretudo na poesia de amor de Ibn El-Arabi, de Múrcia, disseminada por toda a Espanha, "ruína" significa a mente arruinada pelo pensamento impenitente, que aguarda reedificação.
O outro único significado dessa raiz é "olhos fracos, que só enxergam à noite". Isso pode significar muito mais do que ser cego como um morcego. Os sufis referem-se aos impenitentes dizendo-os cegos à verdadeira realidade; mas também a si mesmos dizendo-se cegos às coisas importantes para os impenitentes. Como o morcego, o sufi está cego para as "coisas do dia" - a luta familiar pela vida, que o homem comum considera importantíssima - e vela enquanto os outros dormem. Em outras palavras, ele mantém desperta a atenção espiritual, adormecida em outros. Que "a humanidade dorme num pesadelo de não-realização" é um lugar-comum da literatura sufista. Por conseguinte, a sua tradição de vigilância, corrente em Palma, como significado de morcego, não deve ser desprezada." A absorção no tema do amor conduz ao êxtase, sabem-no todos os sufis. Mas enquanto os místicos cristãos consideram o êxtase como a união com Deus e, portanto, o ponto culminante da consecução religiosa, os sufis, só lhe admitem o valor se ao devoto for facultado, depois do êxtase, voltar ao mundo e viver de forma que se harmonize com sua experiência.
Os sufis insistiram sempre na praticabilidade do seu ponto de vista. A metafísica, para eles, é inútil sem as ilustrações práticas do comportamento humano prudente, fornecidas pelas lendas e fábulas populares.
Os cristãos se contentame em usar Jesus como o exemplar perfeito e final do comportamento humano. Os sufis, contudo, ao mesmo tempo que o reconhecem como profeta divinamente inspirado, citam o texto do quarto Evangelho: "Eu disse: Não está escrito na vossa Lei que sois deuses?" - o que significa que juizes e profetas estão autorizados a interpretar a lei de Deus - e sustenta que essa quase divindade deveria bastar a qualquer homem ou mulher, pois não há deus senão Deus. Da mesma forma, eles recusaram o lamaísmo do Tibete e as teorias indianas da divina encarnação; e posto que acusados pelos muçulmanos ortodoxos de terem sofrido a influência do cristianismo, aceitam o Natal apenas como parábola dos poderes latentes no homem, capazes de apartá-lo dos seus irmãos não-iluminados.
De idêntica maneira, consideram metafóricas as tradições sobrenaturais do Corão, nas quais só acreditam literalmente os não-iluminados. O Paraíso, por exemplo, não foi, dizem eles, experimentado por nenhum homem vivo; suas
huris (criaturas de luz) não oferecem analogia com nenhum ser humano e não se deviam imputar-lhes atributos físicos, como acontece na fábula vulgar. Abundam exemplos, em toda a literatura européia, da dívida para com os sufis. A lenda de Guilherme Tell já se encontrava em "A conferência dos pássaros", de Attar (séc. XII), muito antes do seu aparecimento na Suíça.
E, embora dom Quixote pareça o mais espanhol de todos os espanhóis, o próprio Cervantes reconhece sua dívida para com uma fonte árabe. Essa imputação foi posta de lado, como quixotesca, por eruditos; mas as histórias de Cervantes seguem, não raro, as de Sidi Kishar, lendário mestre sufista às vezes equiparado a Nasrudin, incluindo o famoso incidente dos moinhos (aliás de água, e não de vento) tomados equivocadamente por gigantes. A palavra espanhola
Quijada (verdadeiro nome do Quixote, de acordo com Cervantes) deriva da mesma raiz árabe KSHR de Kishar, e conserva o sentido de "caretas ameaçadoras". Os sufis muçulmanos tiveram a sorte de proteger-se das acusações de heresia graças aos esforços de El-Ghazali (1051-1111), conhecido na Europa por Algazel, que se tornou a mais alta autoridade doutrinária do islamismo e conciliou o mito religioso corânico com a filosofia racionalista, o que lhe valeu o título de "Prova do Islamismo". Entretanto, eram freqüentemente vítimas de movimentos populares violentos em regiões menos esclarecidas, e viram-se obrigados a adotar senhas e apertos de mão secretos, além de outros artifícios para se defenderem. Embora o frade franciscano Roger Bacon tenha sido encarado com respeitoso temor e suspeita por haver estudado as "artes negras", a palavra "negra" não significa "má". Trata-se de um jogo de duas raízes árabes, FHM e FHHM, que se pronunciam fecham e facham, uma das quais significa "negro" e a outra "sábio". O mesmo jogo ocorre nas armas de Hugues de Payns (dos pagãos), nascido em 1070 ,que fundou a Ordem dos Cavaleiros Templários: a saber, três cabeças pretas, blasonadas como se tivessem sido cortadas em combate, mas que, na realidade, denotam cabeças de sabedoria. "Os sufis são uma antiga maçonaria espiritual.. ." De fato, a própria maçonaria começou como sociedade sufista. Chegou à Inglaterra durante o reinado do rei Aethelstan (924-939) e foi introduzida na Escócia disfarçada como sendo um grupo de artesãos no princípio do século XIV, sem dúvida pelos Templários.
A sua reformação, na Londres do início do século XVIII, por um grupo de sábios protestantes, que tomaram os termos sarracenos por hebraicos, obscureceu-lhes muitas tradições primitivas. Richard Burton, tradutor das "Mil e uma noites", ao mesmo tempo maçom e sufi, foi o primeiro a indicar a estreita relação entre as duas sociedades, mas não era tão versado que compreendesse que a maçonaria começara como um grupo sufista. Idries Shah Sayed mostra-nos agora que foi uma metáfora para a "reedificação", ou reconstrução, do homem espiritual a partir do seu estado de decadência; e que os três instrumentos de trabalho exibidos nas lojas maçônicas modernas representam três posturas de oração. "
Buizz" ou "Boaz" e "Salomão, filho de Davi", reverenciados pelos maçons como construtores do Templo de Salomão em Jerusalém, não eram súditos israelitas de Salomão nem aliados fenícios, como se supôs, senão arquitetos sufistas de Abdel-Malik, que construíram o Domo da Rocha sobre as ruínas do Templo de Salomão, e seus sucessores. Seus verdadeiros nomes incluíam Thuban abdel Faiz "Izz", e seu "bisneto", Maaruf, filho (discípulo) de Davi de Tay, cujo nome sufista em código era Salomão, por ser o "filho de Davi". As medidas arquitetônicas escolhidas para esse templo, como também para o edifício da Caaba em Meca, eram equivalentes numéricos de certas raízes árabes transmissoras de mensagens sagradas, sendo que cada parte do edifício está relacionada com todas as outras, em proporções definidas.
De acordo com o princípio acadêmico inglês, o peixe não é o melhor professor de ictiologia, nem o anjo o melhor professor de angelologia. Daí que a maioria dos livros modernos e artigos mais apreciados a respeito do sufismo sejam escritos por professores de universidades européias e americanas com pendores para a história, que nunca mergulharam nas profundezas sufistas, nunca se entregaram às extáticas alturas sufistas e nem sequer compreendem o jogo poético de palavras pérseo-arábicas. Pedi a Idries Shah Sayed que remediasse a falta de informações públicas exatas, ainda que fosse apenas para tranqüilizar os sufis naturais do Ocidente, mostrando-lhes que não estão sós em seus hábitos peculiares de pensamento, e que as suas intuições podem ser depuradas pela experiência alheia. Ele consentiu, embora consciente de que teria pela frente uma tarefa muito difícil. Acontece que Idries Shah Sayed, descendente, pela linha masculina, do profeta Maomé, herdou os mistérios secretos dos califas, seus antecessores. É, de fato, um Grande Xeque da
Tariqa (regra) sufista, mas como todos os sufis são iguais, por definição, e somente responsáveis perante si mesmos por suas consecuções espirituais, o título de "xeque" é enganoso. Não significa "chefe", como também não significa o "chefe de fila", velho termo do exército para indicar o soldado postado diante da companhia durante uma parada, como exemplo de exercitante militar. A dificuldade que ele previu é que se deve presumir que os leitores deste livro tenham percepções fora do comum, imaginação poética, um vigoroso sentido de honra, e já ter tropeçado no segredo principal, o que é esperar muito. Tampouco deseja ele que o imaginem um missionário. Os mestres sufistas fazem o que podem para desencorajar os discípulos e não aceitam nenhum que chegue "de mãos vazias", isto é, que careça do senso inato do mistério central. O discípulo aprende menos com o professor seguindo a tradição literária ou terapêutica do que vendo-o lidar com os problemas da vida cotidiana, e não deve aborrecê-lo com perguntas, mas aceitar, confiante, muita falta de lógica e muitos disparates aparentes que, no fim, acabarão por ter sentido. Boa parte dos principais paradoxos sufistas está em curso em forma de histórias cômicas, especialmente as que têm por objeto o Kboja (mestre-escola) Nasrudin, e ocorrem também nas fábulas de Esopo, que os sufis aceitam como um dos seus antepassados. O bobo da corte dos reis espanhóis, com sua bengala de bexiga, suas roupas multicoloridas, sua crista de galo, seus guizos tilintantes, sua sabedoria singela e seu desrespeito total pela autoridade, é uma figura sufista. Seus gracejos eram aceitos pelos soberanos como se encerrassem uma sabedoria mais profunda do que os pareceres solenes dos conselheiros mais idosos. Quando Filipe II da Espanha estava intensificando sua perseguição aos judeus, decidiu que todo espanhol que tivesse sangue judeu deveria usar um chapéu de certo formato. Prevendo complicações, o bobo apareceu na mesma noite com três chapéus. "Para quem são eles, bobo?", perguntou Filipe. "Um é para mim, tio, outro para ti e outro para o inquisidor-mor". E como fosse verdade que numerosos fidalgos medievais espanhóis haviam contraído matrimônio com ricas herdeiras judias, Filipe, diante disso, desistiu do plano.
De maneira muito semelhante, o bobo da corte de Carlos I, Charlie Armstrong (outrora ladrão de carneiros escocês), que o rei herdara do pai, tentou opor-se à política da Igreja arminiana do arcebispo Laud, que parecia destinada a redundar num choque armado com os puritanos. Desdenhoso, Carlos pedia a Charlie seu parecer sobre política religiosa, ao que o bobo lhe respondeu: "Entoe grandes louvores a Deus, tio, e pequenas laudes ao Diabo". Laud, muito sensível à pequenez do seu tamanho, conseguiu que expulsassem Charlie Armstrong da corte (o que não trouxe sorte alguma ao amo).


(Texto do livro "Os Sufis", de Idries Shah)

Fonte: Grupo de e-mail Ir.: Fernando Paiva

OFERTA DE EMPREGOS

OFERTA DE EMPREGOS
Prezados Irmãos
Estou diretor de Pós Vendas da concessionária Chevrolet Status Veículos S/A, com sede em Duque de Caxias a 35 (trinta e cinco) anos e estou necessitando URGENTE de:
1 - Vendedor/vendedora (consultor(a) de vendas) de acessórios com os seguintes requesitos:
1.1 - Experiência no setor no mínimo 2 (dois) anos, mesmo em outra marca - Fiat, Volks, Ford Etc.
1.2 - De preferência com carteira de motorista e/ou sabe dirigir
1.3 - Capacidade de trabalho em equipe
1.4 - Somente vendas " IN DOOR " (interno na concessionária)
1.5 - Horário: 2ª a 6ª 08:00 as 12:00 - 13:00 as 17:50
2 - Eletrecista automotivo (eletro-mecânico)
2.1 - Experiência no setor no mínimo 3 (três) anos, mesmo em outra marca - Fiat, Volks, Ford Etc.
2.2 - De preferência com carteira de motorista e/ou sabe dirigir
2.3 - Capacidade de trabalho em equipe
2.4 - Trabalho " IN DOOR " - na concessionária
2.5 - Horário: 2ª a 6ª 08:00 as 12:00 - 13:00 as 17:50
Aguardo curriculum
Um TFA
M.: M.:Camilo Rios
Loja Simbólica Obreiros da Paz, N° 115
Oriente de Jacarepaguá
GL

Fonte: Grupo de e-mail(s) Ir.: Fernando Paiva

"AINDA TEMOS MUITO QUE APRENDER" - Mahatma Gandhi

Aqui vemos a confirmação daquela máxima, de que um exemplo vale mais do que mil palavras.
Ir.: Heitor Freire.




"AINDA TEMOS MUITO QUE APRENDER" - Mahatma Gandhi


O Dr. Arun Gandhi, neto de Mahatma Gandhi e fundador do MK Institute, contou a seguinte história sobre a vida sem violência, na forma da habilidade de seus pais, em uma palestra proferida em junho de 2002 na Universidade de Porto Rico.

'Eu tinha 16 anos e vivia com meus pais, na instituição que meu avô havia fundado, e que ficava a 18 milhas da cidade de Durban, na África do Sul.


Vivíamos no interior, em meio aos canaviais, e não tínhamos vizinhos, por isso minhas irmãs e eu sempre ficávamos entusiasmados com a possibilidade de ir até a cidade para visitar os amigos ou ir ao cinema.


Certo dia meu pai pediu- me que o levasse até a cidade, onde participaria de uma conferência durante o dia todo. Eu fiquei radiante com esta oportunidade.

Como íamos até a cidade, minha mãe me deu uma lista de coisas que precisava do supermercado e, como passaríamos o dia todo, meu pai me pediu que tratasse de alguns assuntos pendentes, como levar o carro à oficina.

Quando me despedi de meu pai ele me disse:
'Nos nos encontraremos aqui, às 17 horas, e voltaremos para casa juntos'.

Depois de cumprir todas as tarefas, fui até o cinema mais próximo. Distraí-me tanto com o filme (um filme duplo de John Wayne) que esqueci da hora. Quando me dei conta eram 17h30. Corri até a oficina, peguei o carro e apressei-me a buscar meu pai Eram quase 6 horas.

Ele me perguntou ansioso: 'Porque chegou tão tarde?' Eu me sentia mal pelo ocorrido, e não tive coragem de dizer que estava vendo um filme de John Wayne. Então, lhe disse que o carro não ficara pronto, e que tivera que esperar. O que eu não sabia era que ele já havia telefonado para a oficina.

Ao perceber que eu estava mentindo, disse-me: 'Algo não está certo no modo como o tenho criado, porque você não teve a coragem de me dizer a verdade. Vou refletir sobre o que fiz de errado a você. Caminharei as 18 milhas até nossa casa para pensar sobre isso'.

Assim, vestido em suas melhores roupas e calçando sapatos elegantes, começou a caminhar para casa pela estrada de terra sem iluminação. Não pude deixá-lo sozinho...Guiei por 5 horas e meia atrás dele... Vendo meu pai sofrer por causa de uma mentira estúpida que eu havia dito. Decidi ali mesmo que nunca mais mentiria.


Muitas vezes me lembro deste episódio e penso: 'Se ele tivesse me castigado da maneira como nós castigamos nossos filhos, será que teria aprendido a lição?'



Não, não creio. Teria sofrido o castigo e continuaria fazendo o mesmo. Mas esta ação não-violenta foi tão forte que ficou impressa na minha memória como se fosse ontem.



'Este é o poder da vida sem violência'.

Fonte: Grupo de e-mail(s) Ir.: Fernando Paiva

Para Reflexão:

Pensamento da Semana

"Por que haverias de querer que as pessoas acreditassem em tuas palavras, quando tuas ações desmentem a doutrina que pregas?"

(Allan Kardec)


Fonte: e-mail do Ir.: José Maurício Guimarães

quinta-feira, 12 de março de 2009

Hoje (12.03.2009) - Posse da nova administração dos Corpos Filosóficos ( Subordinados)





ARBLM Martin Luther King nº 63, convido-os a participarem da Sessão Magna de Exaltação

Queridos Irmãos,

De ordem do Venerável Mestre Ueliton Alves Fernandes Leadebal, da ARBLM Martin Luther King nº 63, convido-os a participarem da Sessão Magna de Exaltação dos Irmãos Adonai Araujo Pereira e Ricardo Gomes de Souza a ser realizada na próxima quarta feira (18/03/09), no Templo Eurico Sampaio do Condomínio Maçônico Antonio Rodrigues Lopes, sito à Rua Mariz e Barros nº 945, Tijuca, Rio de Janeiro às 20:00h.

Um T.'. e F.'. A.'.

Adauto Cruz.'.
2º Vigilante
ARBLM Martin Luther King nº 63 - GLMERJ

Fonte: grupo de e-mail(s)Ir.: Fernando Paiva

quarta-feira, 11 de março de 2009

Coronel punido por publicação de artigo é preso em quartel de Niterói - O Globo

Vimos pelo presente prestar nossa solidariedade ao nosso Ir.: Ronaldo Antonio de Menezes, M.:M.: da Loja Quatuor Coronati.

Repudiamos a punição imposta ao Coronel Ronaldo Antonio de Menezes, uma vez que , viola os direitos e garantias individuais.


Os direitos e garantias individuais estão consagrados com o nível de cláusula pétreas. Só podem ser ampliados, do contrário, serão imodificáveis, (art. 60, § 4 167, IV – núcleo intangível).


A punição imposta ao Coronel viola a Constituição Federal, artigo 5º.

A liberdade de pensamento, é o direito de exprimir por qualquer forma, o que se pense em ciência, religião, arte ou qualquer outro assunto.

É a garantia da liberdade de conteúdo intelectual, está previsto o contato do indivíduo com seus semelhantes, pela qual o homem tende a participar a outros suas crenças, seus conhecimento, sua concepção do mundo, suas opiniões políticas ou religiosas e seus trabalhos, conforme artigo Art. 5º, IV, VI, VIII.




Clicik no link abaixo e veja a notícia sobre a punição:

Coronel punido por publicação de artigo é preso em quartel de Niterói - O Globo


Fraternalmente,

José Fernando Coelho Val Quintans





Dia 12 de Março: Amanhã será aniversário da Loja Teresópolis Primeira 21. Parabéns ! - Por: Ir.: Walter Peraphan - Coordenador de História da GLMERJ

Parabéns!

Click na Foto para Ampliá-la:



Fonte: Jornal Gazeta do Maçom - enviado para grupo de e-mail (s) do Ir.: Fernando Paiva, por Ir.: Walter Peraphan - Coordenador de História da GLMERJ

terça-feira, 10 de março de 2009

http://www.geocities.com/lojadepesquisas



Prezados Irmãos: comunico-lhes as seguintes atualizações no site da LOJA DE PESQUISAS:
(1) "A MÚSICA MAÇÔNICA DE WOLFGANG AMADEUS MOZART" com autorização para publicação no nosso site pelo Sr.Pierre Vincenti da Sociedade das Ciências Antigas
(2) Links para as últiams edições da REVISTA ARTE REAL
CONFIRA clicando aqui: REVISTA ARTE REAL
Fraternalmente,
José Maurício Guimarães
Ven.'.Mestre

Ontem (09.03.2009), Ágape comemorando o aniversário do Ir.: João Clemente

ARFGBLM VIGILÂNCIA Nº 01

PARABÉNS:

AO CENTRO IR.: JOÃO CLEMENTE
























Administração 2013/2014

DIGNIDADES

Venerável Mestre

Ir\Jorge Luiz França Evangelista

Primeiro Vigilante

Ir\ João Clemente Dantas do Rego

Segundo Vigilante

Ir\ Jorge Cabral da Silva

Orador

Ir\Antônio Dalton Cecchetti Vaz

Secretário

Ir\ Luiz Antônio Mendes de Queiroz

OFICIAIS

Tesoureiro

Chanceler

Ir\ Almir José de Vargas

Ir\ Germano Francisco Miranda Neto


Mestre de Cerimônia


Ir\ Marcos Henrique de Almeida Vidon


Hospitaleiro


Ir\Venilton Menegoy Carvalhal


Primeiro Diácono


Ir\ Cláudio Tavares da Cunha Neto

Segundo Diácono

Ir\Elmar Carlos Martins dos Santos

Porta Espada

Ir\ Moacir Peixoto Manhães

Porta Estandarte

Ir\ Rodrigo de Souza

Primeiro Experto

Ir\ João Francisco Barreto Neto

Segundo Experto

Ir\ Ronaldo Breder Rocha

Guarda do Templo

Ir\ Celso Vieira Mesquita

Cobridor

Ir\Luiz Alberto de Freitas


Arquiteto


Ir\Jorge Renato Goulart da Silva

Mestre de Banquete

Ir\Silênio Braga Botelho

Mestre de Harmonia

Ir\ José Maurício Farias

Bibliotecário

Ir\Walther Telles de Souza

Mapa: Loja Maçônica Vigilância nº 1

Slide: Loja Maçônica Vigilância 1

FUNDADORES:

Foram fundadores da Loja Maçônica Vigilância em 1869, os seguintes Irmãos:
Joaquim do Vale e Silva, Manoel Gonçalves de Amorim, Antonio Correa de Mello, Pedro Antonio Gomes, Ricardo Maciel Azamour, Antonio João de Almeida, Francisco Sebastião Azeredo Coutinho e Alcino José da Silva Sarmento.

Todos os Irmãos fundadores pertenciam à Loja Capitular "Acacia", filiada ao Grande Oriente do Brasil.

Só no dia 24 de maio de 1869, reuniram-se pela primeira vez com o objetivo de instalação provisória do Sublime Capítulo Vigilância, a fim de obterem a respectiva licença da Oficina-Base.
Nesta mesma Sessão foi eleita a sua Diretoria composta da seguinte Chapa:
Venerável Mestre: Joaquim do Valle e Silva
1º Vigilante: Manoel Gonçalves de Amorim
2º Vigilância: Antonio Correa de Mello
Orador: Pedro Antonio Gomes
Secretário: Ricardo Maciel Azamour
Chanceler: Antonio João de Almeida
Tesoureiro: Albino José da Silva Sarmento

Por Ir.: Walter Peraphan, coordenador de história da GLMERJ

Por Ir.: Walter Peraphan, coordenador de história da GLMERJ

A Augusta, Respeitável, Fidelíssima e Grande Benemérita Loja Maçônica VIGILÂNCIA Nº 1 é a mais antiga Loja de nossa obediência em atividade na cidade de Niterói, fundada por valorosos Irmãos da Augusta, Respeitável e Grande Benfeitora da Ordem Loja Acácia 177, no dia 20 de fevereiro de 1869. Nessa data foi assinado o Decreto do GOB autorizando a fundação, para trabalhar no Capítulo Geral dos Ritos Azuis, sob o título de “Sublime Capítulo Vigilância”. Portanto, assim como a Grande Loja da Inglaterra é tida como a Grande Loja-Mãe do Mundo, a Loja Acácia 177 pode ser tida como Loja-Matriz das demais Lojas niteroienses.

O requerimento dirigido ao Sublime Grande Capítulo dos Ritos Azuis foi assinado pelos seguintes Irmãos da administração provisória da Loja Vigilância:

Venerável Mestre provisório - Ricardo Maciel Azamor

1º Vigilante provisório - Prudêncio Luiz Ferreira Travassos

2º Vigilante provisório - Belarmino Ferreira da Silva

Secretário - Francisco de Assis Moreira Carvalho

Orador - Dr. José Mariano de Amorim Carrão

A Loja Vigilância recebeu o Breve Constitutivo, espécie de carta constitutiva provisória, em 23 de março de 1869, para trabalhar no Rito Moderno, cadastrada sob o número de ordem 189. Em 1900 houve um recadastramento e a Loja Vigilância passou a ostentar o número 188.

Quando a Loja Vigilância foi fundada ocupava o 1º malhete do GOB o educador Dr. Joaquim Marcelino de Brito, 8º Grão-Mestre daquela histórica potência nacional. No dia 1º de julho de 1869 foi realizada a sessão magna de regularização e filiação do Sublime Capítulo Vigilância.

Em 17 de julho de 1869 foi agraciada com o título de Benemérita da Ordem. Em 21 de outubro do mesmo ano os Irmãos das Lojas Acácia e Vigilância fundaram a Sociedade Anônima Acácia e Vigilância para aquisição de nova sede, e fundaram a Loja Aliança, cadastrada sob o número 196, para trabalhar no Rito Adonhiramita. A Loja Aliança entrou em crise, com dificuldades inclusive de natureza econômica, fundindo em 1879 com a Loja Vigilância, formando ambas uma só com o título distintivo de Augusta Loja Aliança e Vigilância de Niterói, cadastrada sob o nº 188, trabalhando no Rito Adonhiramita. Permanecendo as dificuldades em 1881, a Loja fundiu-se com a Loja Acácia, e depois adormeceu. Mas em 1882 a Loja reatou seus trabalhos no REAA, enquanto a Aliança permanecia adormecida.

Fonte: E-mail do Ir.: Walter Peraphan, coordenador de história da GLMERJ

Grupo de e-mail(s) Ir.: Fernando Paiva

Fundada em 20 de Fevereiro de 1869.


Desde a sua Fundação, a Loja Maçônica Vigilância nº 01, Oriente de Niterói, primou pelos ensinamentos da Doutrina Maçônica, fazendo da filantropia um de seus objetivos.

Marcou presença em todos os fatos históricos na cidade de Niterói e adjacências.


Muitos de seus membros ocuparam cargos importantes na vida pública nacional, estadual e municipal. Como exemplo, citamos o 3º prefeito da Capital do Brasil (Distrito Federal), Dr. Henrique Valadares, que, quando nomeado para esta função, exercia o cargo de Secretário desta Loja, conforme consta em Ata de nº 356 de 03 de Junho de 1893.

RELAÇÃO DAS LOJAS RIO DE JANEIRO:

AUG.'. RESP.'. L.'.S.'. ANTONIO VIEIRA DE MACEDO -1611

RUA ARCEBISPO DE ALMEIDA MORAES JR., 225

ENGENHOCA – NITEROI

CEP 24110-630

AUG.'. RESP.'.FID.'. E GR.'. BEN.'. LOJA MAÇ.'. EVOLUÇÃO Nº 2

RUA SANTA CLARA, 77

PONTA D'AREIA - NITERÓI

CEP 24040-050



FRATERNIDADE MAGEENSE Nº 3

RUA MANOEL MONTEIRO DA ROSA Nº 102

CENTRO – MAGÉ

CEP 25900-000



LOJA MAÇÕNICA GUANABARA Nº 4

RUA MONSENHOR ANTONIO DE SOUZA GENS Nº 71

CENTRO – RIO BONITO

CEP 28800-000



LOJA MAÇÔNICA LIBERDADE IGUALDADE E FRATERNIDADE nº 5

RUA CORONEL MIRANDA Nº 37

CENTRO – NITERÓI

CEP 24040-020



LOJA MAÇÔNICA INDEPENDÊNCIA Nº 19

RUA SANTA CLARA Nº 77

CENTRO – NITERÓI

CEP 24040-050



LOJA MAÇÔNICA JOSÉ NAVEGA CRETTON Nº 28

RUA CORONEL MIRANDA Nº 37

PONTA D’AREIA – NITERÓI

CEP 24040-020



LOJA MAÇÔNICA BADEM POWELL SÉTIMA Nº 35

RUA SÃO LUIZ GONZAGA Nº 1732

SÃO CRISTOVÃO – RIO DE JANEIRO

CEP 20910-062



LOJA MAÇÔNICA REI SALOMÃO Nº 36

RUA SÃO LUIZ GONZAGA Nº 1732

SÃO CIRSTOVÃO – RIO DE JANEIRO

CEP 20910-062



LOJA MAÇÔNICA SETE DE SETEMBRO Nº 40

RUA SÃO LUIZ GONZAGA Nº 1732

SÃO CRISTOVÃO – RIO DE JANEIRO

CEP 20910-062



LOJA MAÇÔNICA TIRADENTES Nº 38

RUA CÔNEGO FELIPE Nº 246 - TAQUARA

JACAREPAGUÁ – RJ

CEP 22713-010



LOJA MAÇÔNICA UNIÃO E PROGRESSO Nº 41

RUA SÃO LUIZ GONZAGA Nº 1732

SÃO CRISTOVÃO – RIO DE JANEIRO

CEP 20910-062



LOJA MAÇÔNICA FRETRNIDADE E PROGRESSO Nº 42

RUA SÃO LUIZ GONZAGA Nº 1732

SÃO CRISTOVÃO – RIO DE JANEIRO

CEP 20910-062



LOJA MAÇÔNICA OBREIROS DA LUZ Nº 44

RUA FLORA LOBO Nº 154

PENHA CIRCULAR – RIO DE JANEIRO

CEP 21210-500



LOJA MAÇÔNICA MENSAGEIROS DA LUZ Nº 46

RUA MARICÁ Nº 580 – PÇA SECA

JACAREPAGUÁ – RIO DE JANEIRO

CEP 21320-070



LOJA MAÇÔNICA EVOLUÇÃO GONÇALENSE Nº 50

RUA ALONSO DE FARIA Nº 396

CENTRO – SÃO GONÇALO

CEP 24440-370



LOJA MAÇÔNICA MONTE HERMON Nº 51

RUA CORONEL MIRANDA Nº 37

PONTA D’AREIA – NITERÓI

CEP 24040-020



LOJA MAÇÔNICA RESSURREIÇÃO Nº 54

RUA SÃO LUIZ GONZAGA Nº 1732

SÃO CRISTOVÃO – RIO DE JANEIRO

CEP 20910-062



LOJA MAÇÔNICA GILBERTO CÂNDIDO DOS SANTOS Nº 55

RUA GUSTAVO DÓRIA , Q, G, L3 – PÇA SECA

JACAREPAGUÁ – RIO DE JANEIRO

CEP 21321-250



LOJA MAÇÔNICA CONSTÂNCIA 40 Nº 56

RUA MARIZ E BARROS Nº 945

TIJUCA – RIO DE JANEIRO

CEP 20270-004



LOJA MAÇÔNICA PARTICIPAÇÃO E LIBERDADE Nº 57

RUA SÃO LUIZ GONZAGA Nº 1732

SÃO CRISTOVÃO – RIO DE JANEIRO

CEP 20910-062



LOJA MAÇÔNICA PROGRESSO E ORDEM 36 Nº 58

RUA HUMBOLDT Nº 302

BONSUCESSO – RIO DE JANEIRO

CEP 21050-140



LOJA MAÇÔNICA LIBERDADE 47 Nº 59

RUA BARÃO Nº 1359 – PÇA SECA

JACAREPAGUA – RIO DE JANEIRO

CEP 21321-620



LOJA MAÇÔNICA MÁRIO BEHRING 25 Nº 60

RUA MARIZ E BARROS Nº 945

TIJUCA – RIO DE JANEIRO

CEP 20270-004



LOJA MAÇÔNICA MOYSÉS ZVEITER Nº 94

RUA SANTA CLARA Nº 77

PONTA D’AREIA – NITERÓI

CEP 24040-050



LOJA MAÇÔNICA SOLIDARIEDADE UNIVERSAL Nº 103

RUA CORONEL MIRANDA Nº 37

PONTA D’AREIA – NITERÓI

CEP 24040-020



LOJA MAÇÔNICA CLÁUDIA MARIA DIZ ZVEITER Nº 147

RUA CORONEL MIRANDA Nº 37

PONTA D’AREIA – NITERÓI

CEP 24040-050



LOJA MAÇôNICA FRATERNIDADE MAGEENSE Nº 3

RUA MANOEL MONTEIRO DA ROSA , 102

CENTRO – MAGÉ

CEP 25900-000



LOJA MAÇÔNICA GUANABARA Nº 4

RUA MONSENHOR ANTONIO DE SOUZA GENS, 71

CENTRO – RIO BONITO

CEP 28800-000



LOJA MAÇÔNICA NOVA CRUZADA Nº 6

RUA JOSÉ GALDINO, 26

CENTRO – CAMBUCI

CEP 28430-000



LOJA MAÇÔNICA FRATERNIDADE PADUENSE Nº 11

RUA DA MAÇONARIA, 40

CENTRO – SANTO ANTONIO DE PÁDUA

CEP 28470-000



LOJA MAÇÔNICA MADALENA Nº 16

RUA GWYER DE AZEVEDO, 11

CENTRO – SANTA MARIA MADALENA

CEP 28770-000



LOJA MAÇÔNICA AMIZADE FRATERNAL SEGUNDA Nº 12

RUA RAUL VEIGA, 631

CENTRO – CABO FRIO

CEP 28907-090



LOJA MAÇÔNICA PERFEITA UNIÃO Nº 13

RUA BENJAMIM GUIMARÃES, 84 – CP 84302

CENTRO – VALENÇA

CEP 27600-000



LOJA MAÇÔNICA 25 DE MARÇO Nº 14

RUA DA MAÇONARIA , 268 – CP 94208

CENTRO – TRÊS RIOS

CEP 25805-021



LOJA MAÇÔNICA MARIO MOACYR SALGUEIRO Nº 15

RUA FRANKLIN DE MORAES, 241 – CP 82648

CENTRO – BARRA DO PIRAÍ

CEP 27140-000